
some cities don’t reveal themselves. they let you watch, take notes, and stay long enough.
the writer comes from that waiting space
where culture happens before it’s named.
01 general
full name. han seonguk
also known as. guk , hanguk
date of birth. 18 / 02 / 1992
age. 33
zodiac. Aquário (sun) / Capricórnio (moon) / Libra (rising)
gender. masculino
pronouns. ele / dele
romantic orientation. demi
sexual orientation. bissexual
occupation. fashion & culture writer — Dazed Korea
current residence. ysp — bl 4 apto 1206mbti. intp
moral alignment. neutro e bom, com conflitos internos
enneagram type. 5w4 (menos técnico e mais existencial)
03 appearance
hair. castanho escuro/preto, comprimento médio, geralmente usado natural ou levemente estilizado.
eyes. castanho-escuro
height. 186 cm / 6’1’’ ft
build. 72 kg — alto e magro proporcionalmente, tonificado e naturalmente atlético.dominant hand. ambidestro.
scars. pequena cicatriz no dedo indicador direito — lesão antiga de um pequeno desastre culinário.
tattoo. Linhas pretas finas “abstratas” nas costelas esquerdas — design minimalista, significado pessoal, raramente visível.
piercings. orelhas furadas — argola pequena ou brinco de pino.

02 background
birthplace. Incheon, South Korea
current home. Yongsan-gu, Seoul, South Korea
nationality. sul-coreano
ethnicity. coreano.
language(s). coreano, inglês, japonês, francês e italiano (business purpose)parents. han (na) minyeon , han jooncheol
siblings. han seongmin (older sis)
other family members. parentes maternos todos em incheon, paternos apenas tios em gyeonggi-do.significant other. none.
children. none.
pets. mori (cat)
04 personality
positive traits.
leitura precisa do ambiente, escuta sem julgamento, clareza emocional, calma em situações caóticas, lealdade seletiva, humor seco e inesperado
negative traits.
testa pessoas em silêncio, tendência a desaparecer quando algo importa, dificuldade em pedir ajuda, intelectualiza sentimentos, guarda ressentimentos pequenos, confunde autonomia com isolamentolikes.
dirigir sua moto sem destino por bairros desconhecidos, reler entrevistas antigas procurando falhas, roupas bem cortadas e discretas, conversas que começam banais e terminam íntimas, observar desconhecidos em silêncio, compartilhar teorias malucas com aqueles que o entendem
dislikes.
pessoas excessivamente autoconceituadas, discursos falsos e ensaiados, intimidade invasiva, expectativas emocionais impostas, ser lido de forma superficial
fears & phobias.
ser reduzido a uma versão simples de si mesmo; perder a capacidade de se surpreender; ser visto por inteiro e ainda assim abandonado
wishes & dreams.
quebrar a bolha da moda; escrever algo que não consiga explicar em entrevistas; ser necessário para alguém sem criar dependência; aprender a permanecer quando o impulso é desaparecer
CHILDHOOD
Han Seonguk nasceu em 17 de fevereiro de 1992, em Incheon, na Coreia do Sul e sempre viveu em um apartamento simples, mas confortável. A rotina da casa era previsível. A mãe, Han Miyeon, cuidava de tudo de forma prática: horários, refeições, compromissos. O pai, Han Jooncheol, trabalhava bastante e falava pouco, mas estava sempre presente fisicamente. Seonguk cresceu entendendo que cuidado nem sempre vinha em forma de conversa, mas isso nunca o incomodou — conscientemente.Desde pequeno, era uma criança observadora. Não fazia muitas perguntas, mas prestava atenção em tudo. Aprendeu a perceber o humor dos adultos pelo jeito que eles se moviam pela casa ou pelo tom de voz. Além disso, preferia ou brincar sozinho ou ficar perto dos adultos ouvindo conversas, mesmo sem participar.A relação com a irmã mais velha, Han Seongmi, era tranquila. Ela era mais extrovertida e independente, enquanto Seonguk era mais contido. Ele a admirava à distância e raramente entrava em conflito com ela. Seongmi costumava ser o elo entre ele e o mundo fora de casa, apresentando músicas, programas de TV e principalmente referências de moda, coisas que ele ia absorvendo.Nessa fase, Seonguk que já demonstrava interesse por livros, revistas e imagens, gostava de folhear jornais e observar fotografias sem necessariamente ler tudo, desenvolvendo cedo o hábito de associar histórias a imagens, além de ir aos poucos aplicando seu “senso crítico” no que via, algo que mais tarde influenciaria sua forma de escrever.
ADOLESCENCE
Durante a adolescência, Seonguk continuou vivendo em Incheon, mas passou a circular mais sozinho pela cidade conforme ganhava independência. Caminhava sem destino, observando pessoas em cafés, estações e ruas movimentadas. Era o tipo de adolescente que parecia sempre estar indo para algum lugar, mesmo quando não estava.Na escola, sempre manteve a postura discreta. Não era popular, mas também não era isolado. Tinha poucos amigos próximos e vários conhecidos. Já era visto como alguém cuidadoso com a própria imagem, sem excessos. Professores o viam como alguém confiável e responsável, afinal nunca causou problemas, mas em contrapartida também nunca tentou se destacar.Foi nessa fase que seu interesse por cultura e moda se aprofundaram. Começou a ouvir música com mais atenção, a guardar recortes de revistas, a ler entrevistas e críticas de maneira mais séria e analítica. Não pensava em carreira ainda — era mais uma curiosidade constante sobre como as pessoas se expressavam e como a cidade moldava comportamentos.Os primeiros envolvimentos afetivos aconteceram de forma lenta e pouco clara: ele demorava a perceber quando algo era romântico e quando percebia, já estava desconfortável com o nível de expectativa envolvido. Algumas relações terminaram sem grandes conflitos ou traumas, mas deixaram a sensação de que ele sempre saía cedo demais.A relação com os pais permaneceu estável, mas gradualmente mais emocionalmente distante. Havia respeito, rotina e cuidado, mas poucas conversas profundas. Seonguk já tinha entendido que muitas coisas ficariam sem resposta — e aceitou isso como parte da vida.
YOUTH AND COLLEGE
Ao terminar o ensino médio em Incheon, Seonguk não tinha uma ideia muito clara do que queria “ser”, mas sabia o que não queria: uma vida previsível demais ou baseada apenas em estabilidade. Mas ao mesmo tempo, não conseguia fugir muito do óbvio, já que não tinha nada de extraordinário ou sonhos tão grandes e ambiciosos que o fizessem realmente nadar contra a maré.Ele ingressou na Universidade de Seul após um ano adicional de estudos, cursando Comunicação Social, com foco em jornalismo. A escolha não veio de vocação totalmente, mas de possível caminho “mais fácil”, já que escrever e observar eram coisas que ele já fazia naturalmente. A faculdade não foi um período de entusiasmo constante, talvez mais marasmo. Seonguk era aplicado, participava quando necessário e se mantinha à margem de disputas e grupos muito fechados.Durante esse período, morou primeiro em Mapo-gu, em um pequeno estúdio perto de Hongdae — não porque se identificasse com a cena barulhenta da região, mas porque gostava de estar perto do movimento sem precisar participar dele. Mapo foi importante porquê ali aprendeu a conviver com excesso, com gente demais, com estímulo constante. Saía pouco à noite, mas observava muito — cafés, bares, estudantes, músicos e muitas pessoas com diferentes ideias e visões tentando descobrir quem era.As influências da infância, especialmente as trazidas pela irmã Han Seongmi, começaram a ganhar forma prática. As músicas que ela ouvia, as revistas que mostrava, os comentários casuais sobre estilo e comportamento passaram a fazer sentido como linguagem. Seonguk percebeu que seu interesse nunca foi apenas moda, críticas inteligentes ou conceitos mirabolantes, mas como pessoas constroem identidade através do que consomem, vestem e exibem.Ainda na faculdade, teve alguns relacionamentos breves e um mais duradouro. Esse último marcando mais do que ele costuma admitir — não foi intenso nem dramático, mas foi a primeira vez que tentou permanecer mesmo sentindo desconforto. A relação terminou de forma silenciosa, sem grandes explicações ou brigas, mas depois disso, Seonguk ficou mais cuidadoso. Não deixou de se relacionar, mas passou a sair mais cedo quando sentia que algo começava a exigir demais.Após a formatura, a transição para o mercado de trabalho foi lenta. Trabalhou como assistente editorial, fez freelances pequenos, escreveu textos que quase ninguém leu. Teve períodos de frustração e dúvida, mas nunca pensou seriamente em desistir. Ele entendia que precisava de tempo — para melhorar a escrita, para encontrar o próprio tom, para se sentir confortável ocupando espaço.
UNTIL NOW
Aos poucos começou a se afastar de Mapo, agora o bairro passou a parecer barulhento demais. Mudou-se então para Jung-gu, buscando algo mais central e funcional e essa mudança refletia um momento mais fechado da vida: menos social, mais introspectivo, mais focado em rotina. Foi também quando passou a escrever com mais regularidade, mesmo sem muita visibilidade.A oportunidade de entrar na Dazed Korea não veio de pressa nem de aposta. Veio justamente da sua paciência e persistência. Antes disso, ele galgando espaço e foi se tornando um nome conhecido em círculos editoriais menores e médios. __Escreveu para revistas culturais e de lifestyle, sendo a mais relevante a Magazine B, onde colaborou com textos voltados para cultura urbana, comportamento e narrativa visual. Não eram matérias chamativas, mas eram consistentes. Seu texto chamava atenção pela forma como captava atmosfera sem exagerar na opinião.Por isso, não chegou à Dazed como aposta ou iniciante. Veio com bagagem, ritmo editorial e uma recomendação direta de um editor respeitado, que destacou sua capacidade de observar processos culturais sem depender de tendências imediatas. Isso foi decisivo.O resto da vida seguiu sem grandes abalados, como todo o restante. Pouco depois, Seonguk sentiu que Jung-gu já não o representava mais e decidiu se mudar para Yongsan, buscando um bairro que refletisse de novo, e melhor, o momento atual da vida: menos fechamento, mais circulação, maior status financeiro, mais convivência, mas sem excesso desnecessário.Na vida íntima, seguiu sendo seletivo. Não era de evitar vínculos ou algo semelhante, mas evitava relações apressadas. Algumas conexões ficaram pelo caminho sem explicação clara; outras permaneceram em forma de amizade que ou estagnavam em seu formato, ou evoluíam com ele. Aos poucos, aprendeu a aceitar que nem tudo precisava de encerramento formal.Hoje, vivendo em Yongsan Central Park com seu gato Mori, Seonguk mantém uma rotina estável e discreta. O contato com os pais, Han Miyeon e Han Jooncheol, e com a irmã Han Seongmi, continua regular, mais para o lado funcional do que sentimetal e sem conflitos abertos. Ele não sente que “chegou” a um ponto final ou objetivo ainda, mas sabe que a trajetória até aqui, mesmo sem parecer, foi construída com intenção — e que a paciência, ao contrário do que muitos pensam, realmente costuma valer à pena.
PROFESSIONAL CAREER
2010 — 2012
Conclui o ensino médio em Incheon. Decidi não ingressar imediatamente na universidade.
Ano dedicado exclusivamente ao estudo para o vestibular da Universidade de Seul. Rotina disciplinada, poucos contatos sociais, início mais sério do hábito de escrita pessoal e observação urbana.
Ingressa na Universidade de Seul, curso de Comunicação Social (Jornalismo).
2012 — 2017
Período de adaptação acadêmica. Desenvolve interesse maior por cultura urbana, entrevistas e linguagem editorial. Começa a escrever textos experimentais e críticas curtas, ainda sem publicação regular.
Passa a colaborar informalmente com projetos estudantis, zines e plataformas digitais pequenas. Aprende ritmo editorial, edição e prazos.
Último ano da graduação. Produz trabalhos voltados para cultura, comportamento e imagem. Conclui o curso sem destaque público, mas com base sólida.
2018 — 2021
Início da vida profissional. Atua como assistente editorial e redator freelancer. Textos publicados em plataformas menores e projetos independentes. Período de instabilidade financeira e consolidação de estilo.
Começa a receber convites para freelances mais consistentes. Passa a colaborar com revistas culturais e de lifestyle. Primeiro contato com ambientes editoriais mais exigentes.
Inicia colaborações com a Magazine B, escrevendo sobre cultura urbana, comportamento e narrativa visual. Seus textos passam a circular mais entre editores e profissionais da área.
Consolida-se como redator confiável. Recebe uma recomendação direta de um editor da Magazine B, reconhecendo sua escrita consistente e leitura de contexto.
2022 — NOW
Entra na Dazed Korea já como redator, não como trainee ou aposta. Assume pautas de cultura, perfis e interseções entre moda, comportamento e cidade, mas também ativamente na concepção de editoriais de moda, colaborando na definição de temas, referências visuais e narrativa dos ensaios.
Ganha reconhecimento interno pelo tom preciso e pela capacidade de captar atmosfera sem excesso de opinião. Torna-se um nome estável dentro da equipe.
Participa de editoriais com maior visibilidade, especialmente aqueles voltados para moda urbana e interseções entre estilo, música e identidade. Tem pelo menos dois editoriais destacados por abordagem conceitual e coesão narrativa.
Passa a ser frequentemente consultado no início do processo criativo de editoriais. Não assume cargos formais de liderança, mas torna-se referência interna para construção de conceito e texto editorial.
Está prestes a completar 4 anos como redator da Dazed Korea — consolidando sua estabilidade, reconhecimento e marca definitiva. Mantém atuação equilibrada entre cultura e moda, sendo reconhecido pelo olhar conceitual e pela capacidade de traduzir estética em narrativa, também visto como alguém confiável para pautas sensíveis, textos longos e matérias que exigem leitura cuidadosa do cenário cultural.
fotógrafo recorrente de editoriais. — (m/f)
Trabalharam juntos em alguns projetos importantes com comunicação eficiente e confiança. Às vezes pode existir uma leitura mútua que às vezes beira o desconforto, como se ambos percebessem mais do que o necessário para além do trabalho. Funcionam muito bem juntos, mas por esse pequeno detalhe, possuem e não possuem intimidade pessoal.
stylist com quem sempre há atrito criativo — (m/f)
Eles discordam com frequência durante a concepção dos editoriais. Ainda assim, os trabalhos costumam sair melhores quando os dois estão envolvidos. Não são amigos, mas confiam no profissionalismo um do outro. O respeito vem do resultado, não da afinidade.
AMIZADE DE POUCOS ENCONTROS MAS REAL — (m/f)
Pode não se verem com frequência e às vezes até passarem meses sem contato, mas quando se encontram, a conversa flui naturalmente como se o tempo nunca tivesse realmente passado — é claro que as conversas sempre são cheias com os acontecimentos passados. É uma das poucas pessoas com quem Seonguk não sente necessidade de medir palavras.
vizinho de Yongsan — (m/f)
Trocam cumprimentos no elevador, no corredor ou na rua. Nunca conversaram de verdade no sentido de assuntos profundos demais, mas a presença é constante. Uma dessas relações que podem permanecer superficiais… ou se aprofundar por acaso.
COMPANHIA DAS MADRUGADAS — (m/f)
De madrugada, conversam com profundidade: mensagens longas, confissões inesperadas, reflexões honestas. Durante o dia, são quase estranhos. Nunca discutiram essa diferença, mas ambos sabem que ela existe.

RELAÇÃO NUNCA NOMEADA — (m/f)
Alguém com quem ele se envolveu por um período mais longo do que o habitual. Não houve briga, mas tampouco encerramento de fato, apenas pararam. Ainda se seguem, ainda se reconhecem em espaços comuns, se falam às vezes. Existe a sensação de algo inacabado, mas também a dúvida se isso realmente precisa de um fim.
À PARTIR DO PRIMEIRO CONSELHO — (m/f)
A primeira conversa foi simples: um pedido de opinião sobre um texto, uma decisão pessoal, uma escolha difícil. Seonguk respondeu sem pensar muito. Meses depois, essa pessoa voltou para contar o que aconteceu depois daquilo. Desde então, conversam de tempos em tempos, sempre em momentos de transição.
QUEM VIU E ACREDITA APENAS NO LADO RARO — (m/f)
Eles se conheceram numa situação em que Seonguk não estava parado nem observando — um evento caótico, uma noite longa, algo improvisado. Essa pessoa conheceu primeiro o Seonguk falante, irônico, rápido, antes do silencioso. Até hoje, trata essa versão como a verdadeira, o que o deixa constantemente fora de eixo.
O CAOS NECESSÁRIO — (m/f)
Uma pessoa que entrou na vida do Seonguk numa noite sem plano e nunca saiu completamente. Desde então, é quem o tira de casa com convites vagos e pouca explicação — festas, bares, eventos, madrugadas longas. É quem o puxa para conversas, o coloca em cena, lembra histórias que ele finge esquecer e está sempre por perto. É uma presença caótica, constante e necessária: bagunça a rotina, desmonta o controle e lembra o Seonguk de que ele não é feito só de silêncio e trabalho, mas também de movimento, riso e vontade de estar ali.